O céu escuro pende a noite. Sei de mim agora pedaço e meio. Em fontes inseguras bebeu Jacó quando proferiu a mim palavras dissonantes. E copiávamos. Agora frio pende o braço em mão que não mais. Insensível defeito da criação.
Quarenta crianças passaram diante de mim. Saíram das folhas com três professoras. Todas me disseram oi. Foram quarenta e três ois em sequência. Depois sumiram nas folhas. Fiquei devendo alguns ois.
Nenhum comentário:
Postar um comentário