Crescem em mim coisas de não desejo.
Mas são tão pequenas, tão tenras, tão simples que chego a não me importar.
Agarram se a mim como criança a mão de pai
E crescem tão rápidos, tão exuberantes,
Logo de rubro se enfeitam e visitas começam a receber, mas eu também não me importo, pois que de mim sei que não se afastarão.
Depois, como em mim, vêem crescer em si coisas de não desejo.
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