Seres de protocolos,
Nos colos,
Nos pés,
Nas palmas,
Nos braços,
Nas orelhas,
Nos olhos,
Nas coxas,
Nos tornozelos
Nas raízes,
Com força bruta
E desses abjetos de nossa objetividade, como loucos, com as mãos, buscaremos formas amputadas de nossos corpos, afastadas de nossos travesseiros...
E seja lá como for, seremos sempre condenados pelos nossos não atos, nos corredores das casas, à noite.
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